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Straiker diz que grupo criminoso usou agentes de Claude e Grok contra mais de 400 alvos financeiros na América Latina

A Anthropic diz ter revogado a credencial usada; a xAI afirma que analisa o caso. O relatório não identifica as vítimas.

Por Redação 3P House News

Publicado em

A Straiker, empresa de segurança, divulgou em 21 de outubro de 2026 um relatório sobre o CARLIY0S, sistema que, segundo ela, o grupo CyberCartel usou para atacar instituições financeiras da América Latina. De acordo com a empresa, o grupo mirou mais de 400 alvos em poucos meses, com agentes de IA, programas que executam tarefas em sequência, coordenados a partir do editor de código Cursor.

Segundo a Straiker, quatro funções baseadas em modelos da Anthropic cuidavam de exploração de falhas, reconhecimento, vetores alternativos e arbitragem das decisões, enquanto cinco agentes baseados no Grok coletavam credenciais. Quando um modelo recusava um pedido ofensivo, o sistema recorria a um script local com código pronto. A empresa diz que os operadores apresentavam os pedidos como testes autorizados.

A Straiker afirma ter acessado em 24 de setembro uma cópia de um banco de dados com 4.493 registros, entre eles 2.911 e-mails, 903 contas bancárias, 391 chaves de API e 67 senhas em texto simples, além de mais de 200 vulnerabilidades. A Anthropic, segundo o relatório, revogou a credencial comprometida usada para acessar o Claude, e a xAI foi notificada e analisa a atividade. O Canaltech noticiou o caso em 23 de outubro.

Contexto e impacto

Segundo o Canaltech, não há confirmação pública de bancos brasileiros entre as vítimas. O relatório trata de instituições da América Latina e cita o sistema de transferências SPEI, do México.

A Straiker descreve pedidos ofensivos apresentados como testes autorizados e um segundo caminho, sem modelo, quando a IA recusa. A fonte não traz recomendação a quem usa essas ferramentas.

Informações úteis

Relatório
21 de outubro de 2026, da Straiker
Alvos
mais de 400, segundo a Straiker
Base de dados
4.493 registros, acessada em 24 de setembro
Resposta da Anthropic
credencial revogada, segundo a Straiker
Resposta da xAI
notificada e analisando o caso, segundo a Straiker

O que ainda não foi confirmado: Os números e a atribuição ao CyberCartel vêm da própria Straiker, a partir do acesso a uma cópia de um banco de dados, sem verificação independente. O relatório não identifica instituições invadidas, não diz quantas transações fraudulentas ocorreram e descreve uma das fases como cenário ilustrativo. A participação de um modelo citado como Fable 5 não foi confirmada pela própria Straiker. Segundo o Canaltech, o grupo usou também modelos da Moonshot (Kimi), e não há confirmação de bancos brasileiros entre as vítimas.

Fontes

Texto produzido com apoio de inteligência artificial e conferido por rotina automática, sem revisão humana prévia. Como apuramos e como pedir correção.

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